Experiência
Uma refeição que evolui do mais rudimentar ao mais refinado.
A história começa na madeira do couvert, passa pela loiça pintada à mão e termina na porcelana festiva das sobremesas. O espaço acompanha esse percurso, sem nunca lhe roubar o lugar.

Espaço
Arcos de pedra, barro e uma oliveira ao centro
Numa antiga cavalariça do século XVII, madeira, pedra e materiais naturais convivem com tons de barro, cortiça e almofadas alentejanas. A sala principal é marcada por uma réplica, em tamanho real, de uma oliveira e por pernadas de vinha.
Teto
O interior de uma talha de vinho
O ondulado que envolve o teto e as paredes remete para o interior das talhas alentejanas, uma referência à paixão pelo vinho de um dos sócios da casa.

Mesa
Nenhuma peça igual a outra
Começa na madeira da So-So, passa pelos pratos pintados à mão pelo artesão coimbrense Carlos Tomás, todos assinados e nenhum igual a outro, e termina na porcelana da Vista Alegre. Até os jarros de água, da Marinha Grande, têm padrões desenhados pela equipa.

Serviço
A arte de bem receber
Explica-se o prato, sugere-se o vinho e deixa-se a conversa seguir. Alguns pratos chegam inteiros à mesa e regressam à cozinha para serem desmanchados: o serviço faz parte da receita.


Vinho
A garrafeira no vão da escada
Refrigerada e em vidro, é um dos elementos de destaque do espaço. A carta é nacional e aconselhada à mesa. A meio das escadas, a biblioteca gastronómica reúne mais de 100 manuais de cozinha tradicional, para consulta de todos.
A casa
Dois pisos, um terraço e 95 lugares
Piso térreo
A sala principal, a oliveira e a garrafeira refrigerada.
Primeiro piso
Sala reservável em exclusivo, com escultura da Grau Cerâmica.
Terraço
Almoços, jantares ou apenas uma bebida, sob o mural de Rui A. Pereira.
Biblioteca
Mais de 100 manuais de cozinha, um altar das origens.
